TPM síndrome pré-menstrual
Na TPM você fica irritada, depressiva e come chocolate compulsivamente?               
Você não está só nessa! Estatísticas mostram que 75% das mulheres sofrem com diferentes sintomas nesse período.  Destas, apenas 5% necessitam de tratamento com medicamentos. Isso significa que mudanças simples na sua rotina pode fazer muita diferença.
 
 
Pratique atividades físicas– Os exercícios fazem bem para o corpo e a mente, pois liberam endorfinas, que provocam sensação de prazer, relaxam, ajudam no funcionamento do intestino e reduzem o edema característico do período.
Orientação médica– Cerca de 5% dos casos de TPM precisam de tratamento com medicamentos. Como os sintomas podem variar muito de uma mulher para outra, cabe ao médico decidir qual é a medida mais indicada.
 
 

Classificação da TPM

TPM A: Ansiedade, depressão moderada, e insônia.
Bioquímica: Estrógeno alto e progesterona baixa.
Para o fígado metabolizar o estrógeno depende de complexo B, vit b6 e Mg. Baixa ingesta de fibra se relacionam com o aumento de estrógeno, pois estas se ligam aos estrógenos conjugados e aumentam sua excreção. As gorduras estimulam o crescimento das bactérias intestinais capazes de hidrolisarem os estrógenos facilitando sua reabsorção. Carboidratos refinados favorece a ação excitatória causando a ansiedade.
 
TPM H: retenção hídrica, edema, hiper-hidratação e congestão mamária.
Bioquímica: retenção de sódio e agua. O excesso de carboidrato contribui para a retenção de sódio e agua. Diminuir o sal.
 
TPM C: aumento de apetite, compulsão por doces, fadiga e dor de cabeça.
Bioquímica: diminuição do Mg intracelular e carência de ac linoleico. Stress e consumo excessivo de açúcar refinado redução de glicose no cérebro por deficiência de vit B6,  vit C,  Mg e nicotinamida.
 
TPM D: depressão, esquecimento e confusão mental 
Bioquímica: progesterona e andrógenos estão elevados. Deficiência de aminoácidos tirosina, cistéina, taurina, GABA, GLA, vit B2 e Mg.
 
Alimente-se bem– A mudança de hábitos alimentares não deve se restringir ao período de TPM, mas evitar alguns alimentos pode aliviar os sintomas. Evite o consumo de café e seus derivados, reduza o sal da comida, evite doces em excesso e fuja do álcool. Consuma alimentos mais leves, com teor reduzido de gordura saturada. Dê preferência para frutas, vegetais, grãos e alimentos diuréticos como a melancia, aspargos, salsa, agrião e morango.
 
O aumento do consumo de cálciominimiza os sintomas relacionados com humor, concentração e comportamento. O cálcio se encontra nos brócolis e aveia e na casca de ovo tem o cálcio mais bio disponível.     
O aumento demanganês na dieta diminui os sintomas de dor na TPM da dor durante a menstruação, como também a retenção pré-menstrual de líquido. O manganês se encontra nos morangos e verduras.        
Estudos demonstraram que o magnésio, as vitaminas B6, B1, C e E, os ácidos graxos essenciais como o óleo de prímula e ácido gama linolênico são úteis para mulheres com sintomas da TPM.  A vit B 6 se encontra nas bananas, cereais integrais, zedoaria e levedo de cerveja, vit B1 nas nozes, lentilhas, soja e aveia, a vit C acerola, laranja, kiwi e alfafa, vit E germem de trigo, gema de ovo, açai e vegetais folhosos. O Mg no feijão branco, cacau e castanha de caju. Os ácidos graxos se encontram na linhaça, pepitas de girassol, óleo de prímula, cartamo,groselha negra, morango e framboesa.
Consumir aminoácidos como tirosina, cistéina, taurina e GABA diminui a fadiga. Esses estão presentes na beterraba, nozes, carnes , peixes com carne escura, mirtilo, semente de abobora e nozes. Consumir selênio diminui a sensibilidade dos seios. O selênio se encontra no ovo, castanha do para e frutos do mar.                          
                                       
O zinco e o fosforo ajudam no stress. O zinco se encontra nos peixe, ostra, feijão e sementes de abobora.  O fosforo se encontra no açaí, cacau, amora, espinafre e algas        
A l carnitina combate o inchaço. Esta presente na carne, bacalhau e queijo cheder e aspargo.
Dica: AGUA DE COUVE
Contém: Ca, Mg, P, Zn, Vit C, B1, B6 e niacina
DICAS PÓS CARNAVAL

Carnaval passou, as dores não.

 

Sacode a poeira: Passado o carnaval, recomenda-se uma dieta desintoxicante, com muita água, água de coco e sucos naturais, alimentos pobres em gorduras e carboidratos refinados. Isso ajudará a limpar e reequilibrar o organismo

Atividade física: Depois de um dia de festa, também tente fazer uma aditividade aeróbica leve porque contribui para eliminar o excesso de álcool no corpo. É natural que ao final do carnaval alguns sintam dores musculares nesses casos, vale fazer uma massagem ou atividades na água, pois são facilitadoras na eliminação dos desconfortos.

Alimentos recuperadores: Banana, abacate, castanhas e nozes, além do arroz, batata, grão de bico, feijão, lentilha e mel são alimentos que agem na produção de serotonina, um neurotransmissor que melhora o humor e ajuda a diminuir dores do corpo. Espinafre é rico em potássio, mineral eliminado pela urina devido ao consumo de bebidas alcoólicas. Invista em mamão e melancia, que são abundantes em água e frutose. Manga, pêssego, caqui, maçã, uva, abacaxi, maracujá e melão são ricos em potássio e em vitamina C, essenciais para um com trabalho muscular. Aposte ainda, em água de coco e milho cozidoAquela velha tática do refrigerante de cola pode ser uma furada: ele pode até ajudar a diminuir a dor de cabeça, por conter cafeína, mas não é uma boa opção para repor a glicose, já que entra nas células de forma rápida e pode provocar efeito rebote. Para enjoo lembre que limão, gengibre e gelo são bastante indicados para acalmar o estômago e ficam ótimos em suco.

Suco detox: Não precisa esperar a quarta-feira de cinzas para investir no detox. O suco que coloca você de pé mesmo depois de todo excesso carnavalesco, deve fazer parte do seu cardápio. Você pode misturar a couve, que elimina as toxinas do álcool, com pedaços de maçã, fruta rica em pectina e de ação anti-inflamatória, com uma colher de gengibre ralado, mel e finalizar com o suco do limão, que além de fonte de vitamina C, também auxilia no processo de ativação de enzimas hepáticas voltadas para detoxificação. Outros alimentos crucíferos como brócolis, couve-flor e repolho auxiliam na desintoxicação do fígado.

Atenção com o fígado: Procure ingerir alimentos que irão proteger o seu fígado. É ele que fabrica a enzima que digere o álcool e, quando sobrecarregado, produz uma toxina que causa dor de cabeça.  Encare um suco de beterraba e alho para turbinar o órgão. Os brócolis também possuem vitaminas A, B2, C, E, selênio.e contém do indol carbinol e sulfuranos, que auxiliam a desintoxicação hepática. Os vegetais crucíferos tem ação depurativa do organismo e melhora o humor. (couve flor, couve de Bruxelas, brócolis, repolho, couve). O broto de alfafa contem l carnaverina que é um ativador hepático.

Uvas e bananas de preferência orgânicas contem fitoalexinas (resveratrol) que modula a síntese hepática de lipoproteínas e eicosanóides.

Vesícula biliar: Chicórias contem acido chicórico que ativa a função biliar, quando a secreção da bile se mostra escassa, e atua como laxante contra preguiça funcional dos intestinos. O açafrão contem curcumim que ativa a vesícula biliar.

Invista nos chás: Algumas ervas ajudam a renovar as células hepáticas e, assim, acelerar o processo de purificação das toxinas do álcool que estão no corpo. Chás de salsaparrilha, erva-picão, macela e erva-cidreira, hibisco, dente de leão e chá branco são excelentes desintoxicantes. Depois das refeições, o chá verde e o de hortelã facilitam a digestão.

Imunidade: na composição química dos cogumelos podemos encontrar: β-glucans  vitamina B1 e B2 que são estimulantes do sistema imunológico, energizante, tonificante para esgotamento físico. O licopeno presente no tomate, goiaba, grapefruit rosa, laranja vermelha, melancia, melão amargo atua no aumento da imunidade.

Estomago: o mirtilo contem proantocianidinas, ácidos fenólicos e flavonoides e atua como mucoprotetor estomacal, assim como a catequina do chá verde e a carnaverina do broto de alfafa.

Rins: se presentar o tornozelo inchado ou com uma cor roxa e cansaço inexplicável seus rins devem ser purificados, para isso elimine ao máximo de sua comida o sal, assim como doces e álcool no pós carnaval e tome um chá de salsa com limão. A salsa contem álcoois terpênicos, flavonóides furanocumarinas e atuam na saúde dos rins.

Fonte: Melhor com saúde.

Simpósio: Estética Ortomolecular

A Biothera Farmácia de Manipulação traz mais uma novidade para todos que buscam conhecimento e inovação, o curso sobre Peeling Mineral Ortomolecular, Nanoencapsulado (sem ácido), oligoterapia na estética. Uma relização da La Ecco Brazil, ministrado pela Profa. Dra. Alessandra Morgado. Os interessados devem entrar em contato diretamente pelo contato (11) 95331-6140.

 

Data: 05/ 03/ 2017

Horário: 9h às 18h

Local: Avenida Itavuvu, 48, Sorocaba SP (Biothera Farmácia de Manipulação.)

 

Venha passar seu domingo com a gente!

 

Dra. Alessandra Morgado é Biomédica, graduada pela FMU-SP, pós graduada em Nutrição Ortomolecular e Nutrigenômica, pós graduanda em Nutrição Estética. Professora de cursos de Terapia Ortomolecular aplicada à Saúde e a Estética, na Universidade Anhembi Morumbi, Oligoterapia , Estética Facial e Corporal, Bioquímica de Nutrientes aplicada a Clínica e a Patologia, Nutrição e Metabolismo Mitocondrial na Síndrome Metabólica, e muitos outros cursos na área da saúde e estética. Ministra cursos e Palestras, especializando profissionais em Estética Ortomolecular e outros.

 

 

Tratamento Biothera para Olheiras

 

A olheira é um fenômeno inflamatório onde há um aumento da expressão das células que aderem na parede do endotélio e ocorre um extravasamento das células sanguíneas na derme, estas sofrem oxidação férrica e causam o escurecimento marrom, com isso se forma o edema e a cor escura das olheiras.

 

Para mais informações entre em contato com a gente. Temos a Assistência Farmacêutica responsável e disposta a conversar com você sobre todas as suas dúvidas e necessidades.

BIOTHERA TEM E FAZ BEM.

 

> Ligue: (15) 3211-4114  
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AV. ITAVUVU, 48, Sorocaba - SP.
 
 
  

 

Disbiose
Disbiose é uma alteração no equilíbrio da flora intestinal que causa uma hiperpermeabilidade no intestino delgado.
Com a permeabilidade alterada, o intestino perde a sua inteligência natural de seletividade de nutrientes, inativando enzimas, alterando o pH, conjugando estrógenos e ácidos biliares, indisponibilizando vitaminas e minerais, causando má absorção e má digestão, infecções intestinais crônicas, aumentando o consumo de B12, destruindo bioflavonóides, aumentando colônias patogênicas e produzindo nitrosaminas.
           
Causas da disbiose: 
A principal causa se deve a agressão da mucosa e alteração da flora normal intestinal.
 Os fatores responsáveis por essa situação são:
  • alimentos refinados e processados industrialmente
  • ingestão de café, açúcar refinado, gorduras saturadas (carne vermelha), álcool
  • nitratos e amônia que são derivados da digestão incompleta de alimentação inadequada
  • stress e ansiedade, pois afetam a ingestão de alimentos levando à uma má digestão e má nutrição por excessos ou falta de nutrientes
  • medicamentos anti-inflamatórios não hormonais, fungicidas e antibióticos também provocam hiperpermeabilidade intestinal, agredindo a mucosa e lesionando os enterócitos, facilitando a entrada de moléculas estranhas na corrente circulatória.
  • patógenos Clostridiuns, Perfringes, Proteus, Pseudomonas, estaflococos, Giárdia e Enterobactériaceas.
  • fatores hereditários, alterações hormonais, poluição, quimioterapia, envelhecimento
               
Patologias relacionadas diretamente com a disbiose:
  • Alergias,
  • envelhecimento precoce
  • infecções gastrointestinais, diarréias, esteatorréia, dor abdominal),vômitos
  • hipoproteinemia, má absorção de nutrientes
  • gastrite e úlceras, flatulência, gases, eructação e queimação, constipação, prurido anal,
  • parasitas intestinais e vaginais, acne, unhas fracas, candidíase, hipocloridria,
  • insuficiência pancreática e síndrome do cólon irritado.
  • doenças auto-imune, doenças degenerativas, doenças articulares inflamatórias
  • doença de Crohn, esquizofrenia, cefaléias, taquicardia e psoríase.
 
           
Terapêutica:
  • Dieta rica em carboidratos complexos com baixo índice glicêmico
  • Dieta rica em fibras
  • Dieta pobre em refinados
  • Dieta pobre em gorduras saturadas
  • Usar desintoxicantes naturais e ativadores hepáticos da fase I e II
  • Usar substâncias que reduzem a hiperpermeabilidade
  • Usar enzimas digestivas
  • Tratar infecções patogênicas com produtos naturais
  • Usar pré e pró-bióticos
  • Desintoxicação Hepática
 
Desintoxicante e antiinflamatório:
  • Hipocloridria
  • Correção do pH duodenal
  • Tratamento dos patógenos
  • Regeneração de mucosa

 

 

 

As fibras e a digestão

 
No intestino, as fibras interferem na absorção dos nutrientes. As fibras são capazes de adsorver os sais biliares, permitindo a maior eliminação nas fezes dos sais biliares secundários, conseqüentemente a absorção da gordura fica diminuída por falta de emulsionante (que as torna solúvel). Ao interromper a circulação enterohepática dos sais biliares, estes deverão ser novamente sintetizados no fígado, assim o organismo usa sua reserva de colesterol.
 
Substâncias que são classificadas como fibras por semelhança:
Açúcares não absorvidos (lactulose e manitol), frutooligossacarídeos (FOS), Inulina (chicória, alho poró, alho, banana e alcachofra de Jerusalém), amido resistente (carboidratos complexos).
 
Tratamento das disbioses em quatro fases:
Fase 1> Remover
  •          Gatilhos patogênicos (bactérias, vírus e fungos).
  •          Componentes inadequados da dieta (carne vermelha, gorduras saturadas, carboidratos refinados e açúcar branco).
  •          Aumentar a ingestão de líquidos e suplementar com fibras e absorventes.
  •          Tratar por 3 semanas no mínimo
 
Fase 2> Recolocar
  •          Fatores digestivos (enzimas)
  •          Fatores desintoxicantes
  •          Acertar pH estomacal (hipocloridria) e duodenal
  •          Considerar a intolerância a lactose
 
Fase 3> Reinocular
  •          Usar pré e pró-bióticos (simbióticos) para recuperar a flora.
 
Fase 4> Reparação
  •          Usar fatores de regeneração da mucosa e antioxidantes
  •          Usar desintoxicantes e antiinflamatórios
  •          Fazer dieta não invasiva
 
 
 
 
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